No dia 6 de setembro, o calendário brasileiro possui uma data bastante curiosa: o Dia do Sexo.
A escolha da data não foi por acaso. O 6/9 faz uma referência direta à posição sexual 69 e a popularização do Dia do Sexo no Brasil aconteceu a partir de uma campanha publicitária da marca Olla, em 2008.
Mas, deixando a curiosidade sobre a data de lado, existe uma pergunta muito mais interessante para fazer neste 6 de setembro:
Você está realmente com vontade de fazer sexo ou apenas acha que deveria estar?
Porque existe uma diferença enorme entre desejo e obrigação.
O Dia do Sexo não é uma prova
Datas comemorativas têm esse efeito curioso. De repente, aquilo que normalmente fazemos quando temos vontade passa a parecer uma tarefa.
É Dia dos Namorados? Tem que ter uma noite romântica.
É aniversário? Tem que comemorar.
É Dia do Sexo? Então todo mundo deveria estar preparado para uma noite inesquecível.
Só que a vida real não funciona assim.
Você pode estar cansado, preocupado, sem disposição ou simplesmente não estar a fim.
E não há nada de errado nisso.
Sexo não fica melhor porque está marcado no calendário.
Às vezes, o problema não é falta de desejo

A rotina pesa mais do que percebemos.
Quando a cabeça está ocupada com trabalho, contas, família, compromissos e problemas para resolver, pode sobrar pouco espaço para pensar em prazer.
Tem dias em que o corpo pede descanso, não aventura.
Por isso, vale separar duas situações: não estar com vontade hoje e não sentir desejo há muito tempo.
A primeira faz parte da vida.
A segunda pode merecer mais atenção, principalmente quando começa a incomodar você ou interfere no relacionamento.
E talvez seja interessante se perguntar se você realmente perdeu o desejo ou se apenas entrou no automático.
Aliás, já falamos sobre isso no artigo “Você ainda sente tesão pelo seu parceiro ou só se acostumou com ele?”.
Desejo não aparece sempre do mesmo jeito
Existe uma ideia de que precisamos sentir uma vontade enorme antes de começar qualquer aproximação.
Nem sempre.
Em muitos momentos, o desejo pode surgir aos poucos: durante uma conversa, um beijo, um carinho, uma massagem ou simplesmente quando conseguimos desacelerar.
Isso não significa fazer alguma coisa sem querer.
Significa entender que desejo também pode aparecer a partir da intimidade, da conexão e da proximidade.
E existe uma diferença importante entre dar espaço para a vontade aparecer e se sentir obrigado a fazer sexo.
Seu “sim” precisa continuar sendo seu.
Quando a intimidade entra no piloto automático

Relacionamentos longos têm uma vantagem maravilhosa: intimidade.
Você conhece a pessoa, sabe do que ela gosta, reconhece seus sinais e se sente confortável.
Mas existe um outro lado.
Quando tudo acontece sempre da mesma maneira, a surpresa desaparece.
E novidade não precisa significar grandes mudanças. Pode ser uma conversa diferente, uma noite sem celular, um banho juntos, uma massagem ou simplesmente experimentar algo que nunca fez parte da rotina.
Uma massagem, por exemplo, pode mudar completamente o ritmo de uma noite. Não precisa começar pensando em sexo. O próprio toque pode ser a experiência.
Se quiser algumas ideias para transformar esse momento, vale conferir “Massagem sensual: como transformar o toque em uma experiência de prazer”.
Um produto pode trazer uma experiência diferente
É aqui que os produtos sensuais podem entrar.
Não para salvar uma relação, nem para compensar uma falta de desejo.
Mas para trazer novas possibilidades.
Às vezes, basta mudar uma sensação para quebrar a previsibilidade.
Um exemplo é o Pico Lub, gel deslizante com aroma de chiclete de menta e efeito gelado. É uma opção para quem quer experimentar uma sensação refrescante e diferente durante a intimidade.
Conheça o Pico Lub com efeito gelado.
Outra possibilidade é transformar a brincadeira em uma experiência sensorial. A Calda Gel Picante Suculenta, com aroma de merengue e efeito quente, foi criada justamente para trazer uma sensação diferente às preliminares e aos momentos de descoberta.
Conheça a Calda Suculenta com efeito quente e picante.
O interessante não é simplesmente ter um produto novo na gaveta.
É ter uma desculpa para experimentar algo novo juntos.
Talvez você não precise de mais sexo. Talvez precise de mais conexão.
Essa é uma pergunta que vale fazer antes de comprar qualquer produto ou planejar uma surpresa.
Do que você está sentindo falta?
De sexo?
De carinho?
De tempo juntos?
De novidade?
De se sentir desejado?
De se sentir livre para falar sobre o que gosta?
Às vezes, a resposta não está em fazer mais sexo, mas em recuperar uma intimidade que foi ficando escondida atrás da rotina.
E isso pode começar com uma conversa simples.
“Como você tem se sentido?”
“Tem alguma coisa que gostaria de experimentar?”
“Do que você sente falta?”
Perguntas assim podem ser muito mais estimulantes do que qualquer roteiro pronto para o Dia do Sexo.
E se vocês estiverem com vontades diferentes?

Também não existe problema nisso.
Um pode estar com vontade e o outro não.
Um pode querer experimentar algo novo enquanto o outro prefere ficar no conhecido.
Um pode querer comemorar o Dia do Sexo e o outro pode estar mais interessado em dormir cedo.
O desejo não precisa acontecer ao mesmo tempo para existir respeito e intimidade.
O importante é não transformar essa diferença em cobrança.
Porque sexo feito por obrigação pode até cumprir uma expectativa, mas dificilmente cria uma boa lembrança.
Então, o que fazer no Dia do Sexo?
Nada, se você não estiver com vontade.
Ou alguma coisa, se estiver.
A data pode ser apenas uma desculpa para prestar um pouco mais de atenção ao próprio desejo.
Pode ser uma noite tranquila.
Pode ser uma conversa.
Pode ser uma massagem.
Pode ser a descoberta de um produto novo.
Pode ser sexo.
Pode ser tudo isso.
Ou pode ser simplesmente perceber que você não está a fim e respeitar isso.
O Dia do Sexo não precisa ser uma competição para descobrir quem tem a vida sexual mais interessante.
Pode ser uma oportunidade para lembrar que prazer não deveria ser uma obrigação.
Antes de perguntar “o que vamos fazer no Dia do Sexo? ”, experimente perguntar: “do que eu estou com vontade? ”
Talvez a resposta surpreenda você.
E talvez seja justamente essa descoberta que torne o 6 de setembro mais interessante.

